'onde o próprio lapso é o medo neurastênico de enfrentar o que não tenho aqui dentro, de sair de meu corpo por alguns instantes e bater no machucado.
medo de passar álcool na ferida, mesmo que seca e cascuda.
é tanta tristeza, que o passado alerta: eles estão em maior número, são tronchos e não atentam para respostas desta vida (que correm à integralidade).
não se importam em te arrasar em pouco tempo (vão fazê-lo sem rodeios), sem escolha também !
nexo partido, onde o sapateado remexe o sono do asbesto; voltemos às sete horas e cinco minutos para onde queríamos estar - porque cinco míseros segundos já são o suficiente para dizer que não, concluindo com a ajuda de tudo que já passamos juntos (eu e minha segunda alma).
medo de ter medo dos medos futuros.'
C.G.
só uma coisa: era laranja, cenoura e mel (pra ninguém dizer que não sou perfeccionista).
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